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Clientes Satisfeitos
A Dra. Rejane Brito construiu sua trajetória com mais de 10 anos de atuação no Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI), período em que acumulou profundo conhecimento sobre o funcionamento da Administração Pública e as relações entre cidadãos, empresas e órgãos estatais. Essa vivência prática, aliada à sua especialização acadêmica, faz dela uma advogada de referência em Direito Público em Teresina.
Rejane Brito, OAB: 17406/PI
Ser reconhecida como referência em Direito Público em Teresina e no Piauí, unindo experiência prática, adquirida ao longo de mais de 10 anos no Tribunal de Justiça do Estado, com a elegância e sofisticação de uma advocacia moderna e humanizada.
Garantir que cidadãos, servidores e empresas tenham seus direitos respeitados nas relações com o poder público, oferecendo advocacia estratégica, ética e transparente.
Seus números refletem não apenas experiência, mas também o cuidado humano e a transparência que conquistam a confiança de cada cliente. São resultados que demonstram um trabalho de alto padrão, voltado para entregar segurança e soluções jurídicas reais.
A atuação em Direito Público exige profundidade técnica, visão estratégica e experiência real no funcionamento da Administração Pública. A Dra. Rejane Brito alia teoria e prática para entregar soluções jurídicas seguras e eficazes.

Mais de 10 anos de atuação no Tribunal de Justiça do Piauí garantem à Dra. Rejane uma visão diferenciada sobre processos administrativos, concursos, licitações e defesa de servidores.

O escritório atua tanto na consultoria preventiva, evitando riscos em contratos e relações com o Estado, quanto no contencioso, defendendo clientes em processos administrativos e judiciais.

Cada caso é tratado com discrição, transparência e cuidado humano, refletindo o compromisso da Dra. Rejane em oferecer uma advocacia sofisticada, honesta e eficiente.
O Direito Público é o ramo que regula a atuação do Estado e sua relação com a sociedade. É uma área complexa, que exige experiência, técnica e estratégia. A Dra. Rejane Brito atua com advocacia de alto padrão, oferecendo suporte em:
Orientação jurídica para empresas em processos licitatórios. Elaboração e análise de contratos com a Administração Pública. Defesa em casos de penalidades ou exclusões de licitações.
Defesa em processos administrativos disciplinares (PAD). Questões de nomeações, promoções, posse e aposentadoria. Ações para garantir direitos negados em concursos.
Defesa de gestores públicos em processos de responsabilidade. Estratégias jurídicas fundamentadas em legalidade e razoabilidade. Preservação da imagem e do patrimônio do cliente.
Análise de riscos em negociações com o Estado. Assessoria para empresas contratadas pelo poder público. Recursos e defesas em processos administrativos.
A vivência da Dra. Rejane Brito no TJ-PI permite oferecer uma advocacia diferenciada, que antecipa riscos e constrói soluções práticas, tanto em consultoria preventiva quanto em defesa contenciosa.
Sua Segurança Jurídica em Direito Público
Sim. Decisões administrativas podem ser questionadas quando apresentam ilegalidade, falta de fundamentação, erro na análise, desrespeito ao procedimento ou violação de algum direito. A contestação pode ocorrer por recurso administrativo ou ação judicial, conforme o caso.
Nem sempre. Em alguns casos, é possível buscar diretamente o Judiciário. Em outros, o pedido administrativo prévio pode ser necessário ou importante para comprovar a negativa e organizar as provas.
Sim. Os prazos variam conforme o órgão, o tipo de processo, a medida jurídica e a legislação aplicável. Por isso, é recomendável procurar orientação assim que ocorrer a negativa, eliminação, punição ou outro ato prejudicial.
Pode ser possível quando existe urgência, risco de prejuízo e fundamento jurídico suficiente. A concessão não é automática e depende da análise das provas e dos requisitos do caso.
O mandado de segurança pode ser considerado quando uma autoridade pública viola ou ameaça um direito que possa ser demonstrado por documentos. Como possui requisitos e prazo próprios, o caso deve ser avaliado rapidamente.
Em regra, o candidato aprovado dentro das vagas previstas no edital possui direito à nomeação durante a validade do concurso. É necessário acompanhar o prazo do certame, a ordem de classificação e os atos da Administração.
O cadastro de reserva não gera nomeação automática. Entretanto, pode haver direito quando existem provas de preterição, contratação irregular ou comportamento da Administração que demonstre necessidade clara de preenchimento das vagas.
Sim. Eliminações por exame médico, avaliação psicológica, teste físico, documentação, títulos ou descumprimento do edital podem ser analisadas. É importante reunir o edital, o resultado, a justificativa da banca e os documentos da etapa.
Sim. Quando um direito funcional é negado, o servidor pode buscar revisão administrativa ou judicial. A análise considera o estatuto aplicável, tempo de serviço, requisitos cumpridos e motivo apresentado pelo órgão.
Sim. Mesmo em contratos temporários, podem existir direitos relacionados a pagamentos, verbas, condições de contratação, renovação irregular ou desvio da finalidade do vínculo. Cada situação depende do contrato e da legislação aplicável.
Sim. O PAD pode gerar advertência, suspensão, demissão e outras consequências funcionais. A defesa deve analisar a acusação, as provas, o procedimento, os prazos e a proporcionalidade da possível penalidade.
A Administração deve respeitar o contraditório e a ampla defesa nos processos que possam resultar em punições. A ausência de notificação, acesso às provas ou oportunidade adequada de manifestação pode ser questionada.
Sim. A empresa pode contestar habilitação, desclassificação, julgamento de propostas e outros atos do procedimento, respeitando o edital e os prazos previstos. Como esses prazos costumam ser curtos, a análise deve ser rápida.
A empresa deve reunir o contrato, notas fiscais, medições, comprovantes de entrega, empenhos e comunicações com o órgão. Dependendo da situação, podem ser adotadas medidas administrativas ou judiciais para cobrar os valores e discutir eventuais prejuízos.
Não. Uma irregularidade administrativa não se transforma automaticamente em improbidade. É necessário analisar a conduta, as provas, o enquadramento legal e a existência dos elementos exigidos pela legislação.
A experiência de mais de 10 anos no Tribunal de Justiça do Piauí proporciona conhecimento prático sobre processos, documentos, procedimentos administrativos e funcionamento do Judiciário. Esse histórico ajuda na análise estratégica de casos envolvendo cidadãos, servidores, empresas e órgãos públicos.
Empresas que participam de licitações e contratos administrativos.
Servidores públicos em busca de assegurar seus direitos.
Candidatos que enfrentaram problemas em concursos e nomeações.
Gestores e agentes públicos processados em ações de improbidade.
Cidadãos prejudicados por abusos ou falhas administrativas.
Seja em Teresina ou em atendimento online, você contará com elegância, humanidade e profissionalismo em cada detalhe.